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NO QUE CREMOS

NOSSA VISÃO

Nosso encargo é edificar uma igreja de vencedores, onde cada membro é um ministro e cada casa uma

extensão da igreja, conquistando, assim, a nossa geração através de células que se multiplicam uma vez ao ano.

NO QUE CREMOS

I) Doutrina de Deus

1. Cremos que há um só Deus, pessoal, espírito, eterno, infinito e imutável; preservador e consumador de todas

as coisas, o qual se revelou ao mundo pelas suas obras – visíveis e invisíveis e também se revelou pelas

Escrituras Sagradas dando-nos informações sobre si mesmo como ser supremo; suficientemente sábio e cheio

de amor; de santidade e de justiça, e de tudo quanto requer para a nossa conduta e procedimento aqui no

mundo. Jo 4:24; I Tim. 1:17; I Cor. 8:4-6; Mc. 12:19-30; Dt. 33:24; Is. 40:28; Sl. 90:2; Jo 5:37-39 e Atos 17:24-29.

2. Cremos que há um só Deus, na sua essência, mas que subsiste em três pessoas distintas; co-iguais em poder

e em glória e co-eternas; Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Portanto, cremos que há um só Deus, cuja

personalidade é tríplice. II Cor. 13;13; Mat. 28:19; I Cor. 12:4,5,6; I Tim. 2:5; Jo 5:6 a 12.

3. Cremos que Deus é todo Poderoso, infinito e terno e, portanto, cremos nas doze descrições que se seguem:

a) Eterno: ilimitado no tempo. “Senhor, Deus eterno” Gn 21:33.

b) Imutável: sempre o mesmo, não afetado pelas circunstâncias. “Eu o Senhor não mudo”. Mal. 3:6.

c) Onipotente – Todo Poderoso: “Eu sou o Senhor Todo Poderoso” Gen. 17:1.

d) Onisciente: que tudo sabe. “Deus… conhece todas as coisas.” I João 3:20.

e) Onipresente: ilimitado no espaço: Ele está em toda parte. “Porventura não encho eu os céus e a terra? diz o

Senhor.” Jer 23:24.

f) Santo: Absolutamente puro; impecável, abominando o pecado. “Eu, o Senhor vosso Deus, sou Santo.” Lev.

19:2 –

g) Justo: honesto e imparcial; verdade é a base da sua justiça. “Deus é fidelidade, e não há injustiça; é justo e

reto.” Deut. 32:4 –

i) Fiel: Absolutamente digno de toda confiança; Ele cumpre a sua Palavra. “Ele permanece fiel, pois de maneira

nenhuma pode negar-se a si mesmo” – II Tim. 2:13

j) Benevolente: bom, amável, desejoso de nosso bem-estar. “O Senhor é bom para com todos,” Salmo 145:9.

k) Misericordioso: cheio de piedade. “Senhor Deus compassivo… que guarda a misericórdia.” Ex. 34:6,7 –

l) Gracioso: mostrando perdão imerecido, pela graça. “Eu o ouvirei porque sou misericordioso.” Ex. 22:27.

l) Amoroso: “Deus é amor”. I João 4:8…

4. Cremos em Deus Pai, insondável em seu ser. Jo 1:18 – Lucas 12:32 – Jo 14:28; Mat. 5:45-48 e Jer. 23:24.

5. Cremos em Deus Filho, JESUS CRISTO, o unigênito do Pai, concebido da Virgem Maria por obra e graça do

Espírito Santo, que viveu sem pecado, morreu para expiação à destra do Pai para nossa mediação e voltará para

estabelecer o seu reino. Salmo 2:1-8; Jo 1:1-3; 8:56-58; 10:30; I Jo 4:8,9; Mat. 1:18-21; Is. 7:14; Heb. 4:14-16;

Rom. 4:24-25 e I Tim. 2:5,6.

6. Cremos em Deus Espírito Santo, da mesma essência do Pai e do Filho, santificador, consolador das nossas

vidas, que inspira e outorga poder à Igreja, preparando-a e adestrando-a para ser a esposa do Filho de Deus. I

Jo 4:2; II Cor. 3:17 a 18; Ef. 2:17 a 18; I Pedro 1:3-12; II Tes. 2:13-14 e Tito 3:4-5.

II) As Escrituras Sagradas

1. Cremos que a Bíblia é a Palavra escrita de Deus; cremos que Deus é o autor da Bíblia e que usou homens

para expressar seus pensamentos e vontade por escrito; cremos que não há erros ou enganos na Bíblia. Toda

ela é a Palavra de Deus. Cremos nos 66 livros do Novo e Velho Testamento; aceitamo-la como única regra

suficiente e infalível da revelação de Deus em seu propósito redentor e como norma para nossa conduta cristã no

mundo. Acreditamos que a interpretação mais correta da Bíblia é a própria Bíblia. Jo 17:17; 20:31; II Tim. 3:16;

Jo 10:35; Atos 7:38; Heb. 1:1 Apoc. 22:18-19; Salmo 119:96 a 112 e Dan. 9:2.

III) A Entrada do mal e do pecado no universo

1. Cremos que Lúcifer (querubim ungido de Deus que tinha acesso ao trono) tentou subverter o trono de Deus,

rebelando-se contra a sua autoridade e que foi lançado para fora dos Céus com todos os seus seguidores. Eles

tornaram-se o diabo e seus demônios. Cremos que com a queda de Lúcifer e dos anjos que o seguiram criou-se

no mundo um terrível cataclisma. Quando eles foram expulsos dos Céus, o mundo foi subvertido, e tudo ficou

sem forma e vazio. Cremos, portanto, que os Céus e a terra foram criados com perfeição e beleza, mas que

sofreu uma tremenda transformação (detrimento) com a invasão do maligno e seus seguidores. Cremos que a

finalidade precípua do diabo e seus anjos caídos e destruir as obras de Deus, transformando-se assim no agente

pessoal da maldade. Cremos que Satanás, o pai da mentira, é o principal responsável pela entrada do pecado no

mundo, tendo seduzido o primeiro casal, Adão e Eva, que desobedeceram a Palavra de Deus e se tornaram

pecadores e decaídos da graça divina; por isso cremos que todos os filhos dos homens já nascem com “uma

natureza pecaminosa”. Jo 12:31; Mat. 4:8,9; Is. 14:12-15; Ez. 28:13-17; Gen. 3:1-7; I Jo 5:19; Ef. 5:12.

IV) O homem

1. Cremos que Deus fez o homem do pó da terra; cremos que Deus o fez a sua imagem e semelhança, nas

ações, aparência, pensamentos, etc. Cremos que o homem tinha capacidade de gozar a perfeição espiritual de

Deus, e possuí-la por escolha deliberada. Cremos que Deus deu ao homem uma alma racional e fê-lo governar

sobre a terra; cremos que com o pecado o homem perdeu a imagem de Deus (perfeição). Cremos que através

de Jesus Cristo esta imagem está sendo restaurada paulatinamente; cremos que o Espírito Santo é o agente de

Deus que opera no homem para arrancá-lo da miséria moral e espiritual em que vive; cremos que a restauração

completa do homem só se dará na ressurreição.

Cremos que:

a) O homem é mais um ser espiritual do que físico. Há um espírito no homem, soprando, digo, soprado por Deus

que o impulsiona a ser um ser religioso.

b) Cremos que o homem tem personalidade tríplice, assim como Deus é triuno. O homem é espírito, alma e

corpo. Gen. 5:3; I Cor. 15:52; Salmo 17:15; I Tes. 5:23; Mat. 4:4; Jó 32:8; Ecles. 3:1; Gen. 2:7-17; Rom. 5:12-21 e

3:23-24 –

V) A Imortalidade da alma

1. Cremos que o homem é uma alma vivente e por ter emanado de Deus é imortal; portanto, cremos na

imortalidade da alma. Na salvação estará em estado consciente e em gozo; na perdição estará em estado de

miséria e sofrimento no inferno. Cremos na sua existência perpétua e consciente, no céu ou no inferno. Apoc.

20:10-14; Mat. 25:31-46; Gen. 2:7; Ec. 3:11; 12:7; Luc. 16:22-31 e 23:42-43…

VI) A doutrina da salvação

1. Cremos que a salvação é eterna e uma dádiva irrevogável, operada nos corações pela graça de Deus

mediante a fé no Filho do Deus Altíssimo e na sua obra realizada na cruz do calvário; cremos que pela morte de

Cristo na cruz fomos feitos “filhos por adoção”; cremos que com a ressurreição de Jesus recebemos vida eterna e

já somos participantes da natureza divina e cremos que essa confirmação é operada pelo Espírito Santo; cremos

que:

a) A salvação só se dá através do novo nascimento, chamado de “REGENERAÇÃO” nas Escrituras.

b)Cremos que o sacrifício de Cristo na cruz do calvário, não gera salvação automática para todos os homens,

mas propicia oportunidade para “todo aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus” e que se arrepende e

abandona os seus pecados.

c) Cremos que a salvação abrange três aspectos:

 No presente estamos sendo salvos do poder do pecado;

 No passado fomos salvos da penalidade do pecado por um fato histórico, a morte de Cristo na cruz do

calvário, que pelo seu sangue nos justificou e nos redimiu das nossas culpas perante Deus;

 No futuro seremos salvos da presença do pecado para sempre… Portanto cremos que no passado fomos

regengerados pela obra da cruz; no presente estamos sendo santificados pelo Espírito Santo e no futuro seremos

glorificados quando Jesus Cristo voltar;

 Cremos que a salvação é uma herança legada pelo Pai. Ef. 1:3/6. Cremos que é uma herança conquistada

pelo Filho. Ef. 1:6-12 – Cremos que é uma herança guardada pelo Espírito Santo. Ef. 1:12-14 – Heb. 10:12-14;

Filip. 2:12; II Ped. 1:10; I Ped. 2:2; Rom. 5:1; 8:1 e João 5:24…

VII) A Igreja

1. Cremos que a Igreja é uma comunidade carismática; a comunidade dos fiéis; cremos que a Igreja foi instituída

por Jesus Cristo, foi eleita desde a eternidade e separada do mundo para ser a Assembléia Universal dos santos;

cremos que a Igreja é o corpo de Cristo – a noiva de Cristo – o rebanho de Deus – o templo vivo do Espírito

Santo. Portanto, cremos que a Igreja é uma entidade espiritual e não natural. Cremos que a Igreja está no centro

da finalidade cósmica de Deus (é o resultado do plano de Deus para toda a criação). Cremos que a Igreja é o

agente terreno da reconciliação de todas as coisas com Deus; cremos que a Igreja é o resultado da graça de

Deus… Cremos que é através da graça que a Igreja é salva – Ef. 2:8; e através do exercício dos dons espirituais

da graça que a Igreja é edificada (Rom. 12:6-8). A Igreja é:

 Uma criação de Deus (mistério oculto desde a eternidade) –

 Agente divino na evangelização e na reconciliação (a Igreja continua o ministério de Jesus na terra)

 Essencial e eterna (criada com o propósito de glorificar a Deus) –

 Fundamentada na revelação bíblica.

Cremos nos dons ministeriais da igreja (ministérios básicos e fundamentais), ou seja: Apóstolos, profetas,

evangelistas, pastores e mestres; cremos nos ministérios da Igreja local: Presbíteros, também chamados de

bispos ou anciãos (ministério plural, mas não co-igual); diáconos e diaconizas; cremos que há uma variedade de

dons espirituais e que através deles a Igreja se manifesta como “um corpo vivo”, e cremos que os dons são

manifestados pela graça de Deus, operados peloEspírito Santo. I Cor. 12:28; Ef. 4:11; Ef. 4:10-16; 5:22-23; Efes.

1:3 a 12; Mat. 16:16-19; II Tim. 3:15; I Ped. 2:9-10; Jo 17:22-26 =

VIII) Ordenanças e instituições sagradas:

1.. Cremos que os dízimos e ofertas, o culto a Deus, o casamento e a apresentação de crianças são também

ordenanças ou instituições sagradas da Igreja.

a) Batismo

Cremos que o batismo após a profissão de fé, realizado em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, é

indispensável e torna-se um selo de fé e um testemunho público de entrega a Deus; é um símbolo externo de

uma obra operada interiormente pelo Espírito Santo chamada de “REGENERAÇÃO”.

Cremos que o batismo é uma ordenança de Deus que não pode ser negligenciada; cremos que o batismo deve

ser realizado por imersão em água; cremos que o batismo simboliza a morte, o sepultamento e a ressurreição de

Jesus Cristo, de que o crente participa. Mc. 16:15-20; Col. 2:16-17; Mt 28:19; Atos 2:38; Atos 8:12; Atos 9:18 e

19:5 e 18:8 –

b) A Ceia do Senhor

Cremos na ceia, ordenada por nosso Senhor Jesus Cristo, para manter a comunhão dos Santos e anunciar a

morte e a segunda vinda de Cristo. Cremos que a Ceia foi instituída por Jesus, antes do seu sofrimento e morte;

cremos que a Ceia do Senhor simboliza o sustento da nossa vida em Cristo e deve, logicamente, ser distribuída

a pessoas já batizadas, uma vez que o batismo simboliza a morte em Cristo e a ressurreição para uma nova

vida; cremos que a Ceia deve ser realizada em memória da obra redentora do Salvador Jesus Cristo. Cremos

que em si mesma a “CEIA” promove a unidade do corpo de Cristo.

Cremos que a Ceia deve ser ministrada por homens com vocação ministerial confirmada (presbíteros ou

pastores) com o auxílio direto dos diáconos que estejam vivendo de maneira reta, justa e piedosamente.

c) O Casamento

Cremos que o casamento é um ato santo realizado na Igreja e por ela, para cumprir a ordem de Cristo; cremos

que o matrimônio é uma aliança entre um homem, uma mulher e Deus; cremos que o seu objetivo é fundar e

manter uma família; cremos que o compromisso firmado na cerimônia religiosa deve ser sagrado, permanente e

monogâmico; cremos que o casamento é uma instituição divina, engendrada para dar felicidades aos c6onjuges,

promover o companheirismo e alcançar o objetivo da procriação estabelecida por Deus. Cremos:

 Que os crentes não podem desposar incrédulos. II Cor. 6:14; Dt. 7:3-4;

 Que a aliança do matrimônio é vitalícia – Rom. 7:2-3…

 Cremos que o divórcio é permitido nas Escrituras no caso do cônjuge incrédulo desejar se apartar do crente,

como está em I Coríntios 7. Todavia cremos que ao crente não é permitido um segundo casamento exceto no

caso da morte do cônjuge.

 O divórcio não dissolve a aliança do casamento diante de Deus.

 Cremos que de acordo com Mat. 19:10 Jesus não aboliu totalmente o divórcio. O adultério é um motivo válido

para o divórcio, pois que em si, já implica na verdadeira ruptura no vínculo matrimonial. Jesus, salientou,

outrossim, que o divórcio não foi uma invenção divina, mas uma permissão “por causa da dureza do coração do

homem. Apesar de tolerarmos o divórcio não cremos que ao crente seja permitido um segundo casamento.

 Apesar de poder se divorciar, o cônjuge não poderá casar-se novamente. Se o fizer, estará cometendo

adultério.

d) Dízimos e ofertas

Cremos que a contribuição financeira dos membros é dever de todos e é um privilégio. A contribuição deve ser

impelida pela graça de Deus – II Cor. 9:10-13 – As necessidades financeiras da Igreja devem ser atendidas pelos

membros e de modo algum pelos métodos duvidoso secularizados e mundanos. A Bíblia afirma: “Cada um

contribua conforme a sua prosperidade”: I Cor 16:2; II Cor. 8:12 e 9:6,7 – A proporção ensinada na Bíblia, é a

décima parte de todas as entradas. Chamamos a isso DÍZIMO. Dízimo é a décima parte de nosso produto devido

a Deus.

 Ofertas são nossas dádivas de adoração a Deus. Cremos que a oferta faz parte do culto cristão e é um

privilégio dos santos, contribuir.

 Exemplos do Novo Testamento: II Cor. 8:9 de ofertas ou dízimos: 1). Os maced6onios deram generosas

ofertas – 8:1-5; 2) A oferta da Igreja em Corinto, 8:6; 3). Ofertas significam dar pela graça de Deus, 8:7 – 4). Dar é

uma prova de amor, 8: 8,9 -5). Nossa oferta deve ser baseada no que temos para dar, 8:10,12 – 6). Dar é ser

irrepreensível em suas economias e em sua administração, 8:16-24; 7). Em dando somos beneficiados – (a lei da

colheita), 9:6 … 8). Devemos dar de coração, 9:7 … 9). Há um ministério de fé e de graça em dar, 9:8-10 – 10).

Dar contribui para adorar e glorificar a Deus – 9:11,12 –

 O dízimo está inserido na lei de Deus para o seu povo. Deus ordenou a entrega dos dízimos, oferta alçada,

oferta voluntária, holocaustos e outros votos ao lugar de culto. Deut. 12:5,6 e 11:14:22 –

 O dízimo está nos profetas e há a afirmação de ser roubo não pagá-lo, declarando o Senhor haver maldição

ao infrator – Mal. 3:7-10 –

 O dízimo está nas palavras de Jesus Cristo – portanto no Novo Testamento – mat. 23:7-10 confirma a lei e os

profetas, e afirma que ninguém deve deixar de pagar o dízimo. Mat. 23:23; Luc. 11:42.

 O dízimo já existia antes da lei. Abraão, o Patriarca, pagou o dízimo de tudo ao sacerdote Melquisedeque, rei

de Salém, rei de justiça – Heb. 7:1,2; Gen. 14:18- 20…

 Portanto, cremos que o dízimo estará em vigor até a volta de Cristo. Cremos que é mandamento de Deus para

todos os seus filhos em todos os lugares e em todas as épocas.

 Cremos que o mandamento do dízimo pode ser dividido em quatro tópicos: é lei civil; é uma lei física; é uma

lei moral e é uma lei espiritual.

 Cremos que o dízimo é o sistema que Deus ordenou para os negócios de seu reino. Esta é a razão pela qual

instituiu a lei dos dez por cento –

 Cremos que Deus não necessita do nosso dinheiro, mas exige a nossa contribuição como teste de fidelidade,

amor e fé.

 O dízimo é uma lei fixa dos Céus para suprir as necessidades do povo de Deus aqui no mundo. Os dízimos

são devolvidos a Deus “para que haja abundância em sua casa.”

e) O Culto a Deus

Cremos que o Culto a Deus é o ato mais relevante, mais significativo e mais glorioso na vida da Igreja; cremos

que o culto deve ser feito em Espírito e em verdade e que em qualquer lugar, dia e hora, Deus pode ser achado e

adorado e cultuado em amor.

Cremos que os fiéis, reunidos no Templo, devam se apresentar com o espírito de darem de si mesmos alguma

coisa, seus talentos e energias, seus dotes e a própria vida para o louvor de Deus. O Culto verdadeiro não é

passivo, mas ativo. Cremos que o culto é o grande encontro da família cristã com o Deus Todo Poderoso; é a

festa espiritual do povo de Deus; cada membro do corpo de Cristo deve confiar na dignidade de Jesus Cristo e na

virtude do seu sangue que nos dá acesso à presença do Pai Celestial; cremos que a reunião do culto deve dar

liberdade a cada membro do corpo para se expressar; cremos que um culto dinâmico e agradável conduz a

todos, reverentemente, ao santuário de Deus e que o Espírito Santo move os corações em obediência,

promovendo comunhão; comunicando dons, gerando um clima de amor e de fé e manifestando a graça divina

para salvar os perdidos, libertar os oprimidos e curar os enfermos; cremos que num verdadeiro culto a Deus a

base e o fundamento da reunião deve ser a Palavra de Deus. Os membros deverão se apresentar com salmos,

cânticos espirituais, com doutrinas, testemunhos, revelações e manifestações espirituais que promovam

edificação e que tenham a finalidade de glorificar a Deus;

Cremos que o ato central do culto é a oração e que a oração está assim dividida: Ações de graça, louvor,

adoração, petição, súplica e intercessão. João 4:23; I Cor. 12:7; I Cor. 14:26 e Rom. 12.

f) Apresentação de Crianças

Cremos na apresentação solene de uma criança a Deus. Seus pais ou tutores deverão trazê-la à presença do

ministro estabelecendo uma aliança entre si próprios e o Senhor de suas vidas. São impostas as mãos sobre a

criança e seus pais, e invocada a bênção do alto sobre eles. Istoé feito em obediência à ordem de Cristo – Mt

19:14; Mc. 10:16 –

Cremos que os pais nessa cerimônia de fé, deverão assumir a responsabilidade de criar e ensinar a criança nos

caminhos de Deus, conforme Juízes 13:8.

Cremos que as crianças não devem ser batizadas, e que só deverão fazê-lo quando tiverem idade suficiente

para compreender o significado de arrependimento e fé no Senhor Jesus Cristo – Mc 16:16; Atos 2:38; 41;

cremos que as crianças estão santificadas e protegidas pela aliança feita entre Deus-Homem-mulher.

Cremos no que afirmam as Escrituras: “Dos tais é o reino dos Céus.” Mt 18 e Mc. 9 e na expressão do Salmista

que diz: “Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre seu galardão.” Sl. 127:3.

Portanto, cremos que as crianças nascidas em um lar evangélico e apresentadas a Deus mediante a dedicação,

são guardadas pelo poder de Deus. São santas pela fé dos seus pais, até que alcancem “a idade da razão”

(época da vida em que poderão decidir sabiamente por si próprias); então elas assumirão a responsabilidade de

se arrependerem e pedirem o batismo. “Doutra sorte os vossos filhos seriam impuros; porém, agora, são santos.”

I Cor. 7:14 –

Cremos, pois, que as crianças estão sob a proteção da aliança feita por ocasião da sua dedicação até que

alcancem a idade aproximada de doze anos. Nessa época, devem ser cuidadosamente ensinadas na doutrina e

levadas a uma decisão por Jesus Cristo. Deverão então estabelecer uma aliança pessoal com Deus através do

arrependimento, fé e circuncisão do coração mediante o batismo nas águas. Jesus tornou-se “Filho da Lei” (e

responsável pela sua vida diante de Deus) com 12 (doze) anos. Luc. 2:42.

Cremos, portanto, ser esta a idade mínima para uma criança se batizar.

IX) O Batismo com o Espírito Santo .

Cremos que o Batismo no Espírito Santo é uma experiência perfeitamente normal na vida cristã e prometida a

todos os convertidos; cremos ser uma experiência definida, distinta e subsequente à obra da regeneração;

cremos que o renascido é batizado no Espírito Santo quando pela primeira vez fica cheio do mesmo espírito.

Cremos que os Filhos de Deus podem ficar cheios do Espírito Santo muitas vezes; cremos que o Batismo no

Espírito Santo é o cumprimento da festa de pentecoste na nossa vida.

Cremos que o batismo do Espírito Santo é uma unção especial para o testemunho da Palavra de Deus; cremos

ser um novo nível de Deus. Cremos que todas as gloriosas verdades que se desvendam para a Igreja no novo

testamento tem as suas raízes no solo dos tipos e sombras do Velho Testamento. Cremos em três níveis no

Espírito, a saber:

a) Festa da Páscoa – I Cor. 5:7 – Cada pessoa deve receber uma experiência de Deus que se relaciona a esta

festa; cremos que a Páscoa se cumpriu na cruz do Calvário e que Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado

do mundo – Jo 1:29 – Cremos, portanto, na Salvação e na remoção dos pecados pelo sangue de Jesus.

b) Festa de Pentecoste – cremos que pentecoste era uma festa distinta – era uma nova oferta queimada.

Cremos que significa uma oferta de “manjares” e não inclui derramamento de sangue. Pentecoste não era uma

continuação da Páscoa; não era um apêndice da festa anterior; era uma festa completa em si mesma; era uma

segunda festa. Precisamos de uma experiência que nos identifique com óleo (Espírito Santo);

Precisamos, depois de salvos, de uma unção especial. Atos 10:38, e de poder para testemunhar. Portanto,

cremos no Batismo com o Espírito Santo (enchimento) como experiência de valor prático, que abre o

entendimento da pessoa salva para ver e discernir os propósitos de Deus para manifestar os dons do Espírito

Santo e para testemunhar com poder. Cremos que o Batismo com o Espírito Santo torna o crente mais

perceptível às operações divinas em geral. Atos 7:55,56 –

c) Festa dos Tabernáculos – Cremos que a Igreja verdadeira participará da plenitude de Deus, antes de ser

arrebatada aos Céus, para cumprimento da festa dos Tabernáculos. Cremos que a Igreja hoje tem recebido do

Espírito Santo e que o mesmo nos tem sido dado apenas como “penhor” ou “amostra” daquilo que

verdadeiramente temos direito. Cremos no “pleno conhecimento da verdade”, na “estatura de varão perfeito”, não

na eternidade, mas no tempo e no espaço, porque são promessas para a Igreja. Cremos no derramamento da

“Chuva Serôdia” vaticinada pelo profeta Oseias; cremos que a “noiva do Cordeiro” será adornada

adequadamente para o encontro do noiv; cremos na sua santificação plena – na inexistência de rugas ou

máculas. Cremos que a abundância de Tabernáculos se cumprirá na vida experimental da Igreja, antes da

gloriosa volta de Cristo. Cremos serem figuras destas três verdades ou promessas o que se segue:

 As três entrada do Templo: A porta do átrio exterior; a porta do lugar santo; a porta do Santo dos Santos.

 Os três batismos de Israel – I Cor. 10:1,2 – O Batismo no Mar Vermelho (separação do Egito – mundo); O

Batismo na Nuvem – (símbolo do Espírito Santo). A nuvem iluminava, dirigia, protegia, conduzia o povo e de noite

era “fogo” – e o batismo no Rio Jordão. Antes de tomar posse da herança – experiência nova e distinta –

concretização de todas as promessas.

 A pregação de Paulo, anunciando a Jesus (Salvador) como o Cristo (ungido) e como Senhor (direito total

sobre a vida do crente).

 Dar frutos a 30 por um – 60 por um e 100 por um. Atos 1:4,5,8 Atos 2:38,39 – Atos 8:15,17; 10:44-46; 11:15-

18; Luc. 24:29 – I Cor. 12:13; Heb. 2:4; lev. cap. 23; Rom. 12; João 3:24; Jos. 3:1-4; II Cor. 1:21,22; Ez. 1:13-14 –

I Tes. 5:9; II Cor. 4:5.

X) A Segunda Vinda de Cristo

Cremos na segunda vinda de Cristo do Céu, em companhia dos santos e anjos para o glorioso arrebatamento da

Igreja, ressurreição dos mortos que se salvaram, julgamento das nações e consumação de todas as coisas.

Cremos que a primeira ressurreição acontecerá por ocasião da volta de Jesus para os seus santos; cremos que

a primeira fase da vinda de Cristo será somente para os salvos que o esperam para salvação, quando Ele

encontrará os seus fiéis nas nuvens e os levará para as bodas do Cordeiro. Cremos que entre o arrebatamento

dos justos e a Vinda de Jesus para implantar o reino milenar, haverá graves calamidades que assolarão a face

da terra, para se cumprir as Escrituras que falam da “grande tribulação”, e da vingança de Deus sobre os homens

ímpios. Cremos que por essa ocasião será manifestado o “homem da iniquidade”, cognominado por Anti-Cristo,

que levará o mundo à grande batalha do Armagedom, que tem por finalidade impedir a posse de Jesus e dos

seus santos. Cremos que Jesus vencerá o Anti-Cristo, o falso profeta e o dragão, chamado satanás,

aprisionando-os por mil anos, para, posteriormente, serem jogados no inferno ou lago de fogo. Cremos que

durante a prisão dos adversários dos homens, a terra gozará de plena paz e justiça; cremos que toda a terra será

como um paraíso; cremos que todas as moléstias serão exterminadas; cremos na recuperação de todas as

coisas danificadas pelo pecado; cremos na justiça social e na implantação da época Áurea anunciada pelos

santos profetas. Mat. 24:29-31; 26:63-64; 25:31,32; João 14:1-3; Atos 1:9-11; I Tes. 4:13-18; II Tes. 2:7-8; Apoc.

3:11; 20:1-13; Dan. 12:2…

XI) A Consumação de todas as coisas

Cremos no juízo de Deus, no estabelecimento de um novo Céu e uma nova terra para habitação eterna dos

salvos e na implantação do governo universal de Deus. Cremos que existe um lugar, longe da presença de Deus,

onde os infiéis hão de passar a eternidade, em sofrimentos indescritíveis. Cremos que este lugar não foi

preparado para os homens, mas para satanás e seus anjos, mas cremos que os inconversos se perderão

eternamente e serão jogados no lago de fogo e ali permanecerão pelos séculos dos séculos. Cremos que o

pecado e a morte finalmente serão extinguidos e a felicidade permanente será a herança dos salvos. Cremos

que Deus mesmo estará com os homens e “lhes enxugará dos olhos toda lágrima; cremos que os salvos verão a

sua face para sempre e se deleitarão na sua presença de “eternidade e a eternidade”” – Is. 65:17-25; I Cor.

15:24-28; Apoc. 20:21 e 22 – I Tim. 2:4; Mat. 25:46 Mat. 24:15-30; Mat. 25:41; Apoc. 20:10-15.

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